segunda-feira, 8 de abril de 2019

Série “Coisa Mais Linda” é linda de se ver

Anos 1950 em São Paulo e 1960 no Rio são ambientados no enredo 
Mel Lisboa, Pathy Dejesus, Maria Casadevall e Fernanda Vasconcelos/Divulgação Netflix
Por Mera Teixeira
Há tempos não aparecia uma série brasileira tão boa quanto “Coisa Mais Linda”, exibida no Netflix. Enredo, elenco, trilha sonora e fotografia são espetaculares. As quatro protagonistas, Maria Casadevall, Pathy Dejesus, Mel Lisboa e Fernanda Vasconcellos aparecem em plena sintonia.
Ambientada nos anos 1950, a história começa com Maria Luiza/Malu (Maria Casadevall) em São Paulo, onde a moça de classe média faz as malas contra a vontade dos pais poderosos, com quem deixa o filho pequeno, para encontrar o marido no Rio, com quem pensa em abrir um restaurante.


Cena de "Coisa Mais Linda" 
Ao chegar em terras cariocas, Malu descobre que o marido tem outras mulheres e ainda por cima roubou todo o seu dinheiro. A bela tem muitas batalhas pela frente, mas com a ajuda de Tereza, Lígia e Adélia, ela vira o jogo.
Elenco de "Coisa Mais Linda/Divulgação
No Rio da década de 60, em plena Bossa Nova, as quatro mulheres narram uma história linda com desafios entre moralismo, machismo, racismo, igualdade de gênero etc. Elas têm realidades diferentes, mas com o mesmo sonho para mudar a sociedade.

Leandro Lima e Ícaro Silva ao lado das atrizes/Divulgação

O elenco masculino conta com Leandro Lima,Ícaro Silva,Gustavo Vaz, entre outros,sob direção e produção de Beto Gauss,Caito Ortiz e Júlia Rezende.Série dividida em sete episódios, a estreia bem-sucedida aconteceu no final de março, no Netflix.



Elenco de "Coisa Mais Linda/Divulgação









terça-feira, 2 de abril de 2019

Peça encenada por globais,“PI – Panorâmica Insana” é ovacionada no Festival de Curitiba


Cláudia Abreu, Leandra Leal, Luiz Henrique Nogueira e Rodrigo Pandolfo se apresentaram no final de semana na capital paranaense.

Foto: Annelize Tozetto/Divulgação


Por Michele Marreira, direto de Curitiba*


Após temporada de sucesso em São Paulo, lotando o Teatro Novo, o elenco do espetáculo “PI – Panorâmica Insana”, foi um dos grandes destaques da programação do 28º Festival de Curitiba que vai até dia 07 de abril.

O No Pique da Notícia conversou com as atrizes Cláudia Abreu e Leandra Leal que junto com seus colegas Luiz Henrique Nogueira e Rodrigo Pandolfo, interpretam mais de 150 personagens de diferentes nacionalidades e abordando temas contemporâneos com projeções em tempo real de números de assassinatos, estupros, nascimentos, narrações, exigindo estrutura emocional, física e mental dos atores que se deparam com situações densas e adversas durante o percurso cênico. “Tudo o que é humano interessa, tudo que é próprio de cada um dos atores tem valor enquanto observação da vida, tal qual ela se apresenta agora”, ressalta a diretora Bia Lessa.

Nas apresentações realizadas no Teatro Guairão nas noites de sábado (30) e domingo (31), foi possível observar um público estimado em mais de 2.000 mil pessoas ávidas por uma dramatização que despertasse impacto e reflexão. “É uma alegria estarmos aqui, acho simbólico trazermos essa peça com tantos fatos políticos acontecendo”, reforça a atriz Cláudia Abreu.


Cena de "PI-Panorâmica Insana" - Annelize Tozetto/Divulgação
O cenário conta com mais de 11 mil peças de roupas espalhadas pelo chão. Os artistas se trocam perante a plateia que não perde a concentração nem mesmo com simulações de tiros às vítimas de assassinatos ocorridos ao longo da história cotidiana do Brasil. “Estamos sem patrocínio, funcionando através de cooperativa, mas nunca vamos deixar de resistir. É uma felicidade estar no Festival e falar sobre esse espetáculo”, finaliza a atriz que em breve retornará à TV como uma das protagonistas da série “Aruanas” na Rede Globo.

*A jornalista viajou a convite do 28º Festival de Curitiba.

A Padroeira do Brasil vira musical no teatro


A história e os milagres da Padroeira do Brasil recebem aplausos no teatro

Os Pescadores - Divulgação/Adriano Dória

Por Mera Teixeira

Um espetáculo que emociona e surpreende – assim é “Aparecida”, o primeiro musical roteirizado por Walcir Carrasco, com direção de Fernanda Chamma. Protagonizada pelos atores Leandro Luna e  Bruna Pazinato, a história de fé é contada de forma que agrada todas as religiosidades.
     
Protagonistas Leandro Luna e Bruna Pazinato/Divulgação
Carrasco uniu os milagres conhecidos e outras passagens importantes, além de ter se inspirado em uma história contemporânea real para mostrar ao público um exemplo onde a crença proporciona as transformações humanas mais difíceis. “Eu estava em busca de um milagre atual, que reafirmasse a fé. Ao conhecer o casal que protagoniza a história, me entusiasmei, por não criar um espetáculo simplesmente histórico”, revela o dramaturgo.


A superprodução em cartaz no Teatro Bradesco, em São Paulo, conta com 33 atores, cantores e bailarinos, 12 músicos e um maestro, 20 canções originais, dezenas de figurinos, vários cenários e efeitos especiais. O ponto de partida da trama é a história do casal Caio, um advogado ambicioso e descrente, e sua esposa Clara. Com a esperança de curar Caio, que perde a visão por causa do tratamento de um câncer, os jovens embarcam em uma jornada de descobrimento espiritual que culmina em uma ida até a basílica de Nossa Senhora Aparecida.

Divulgação 

Serviço:
“Aparecida – um Musical”
Teatro Bradesco – Rua Palestra Itália, 300, 3º andar do Bourbon Shopping – SP, SP

domingo, 31 de março de 2019

Funcionários de empresas se juntam para ver maratona de peças do Festival de Curitiba

No Pique da Notícia conversou com as marcas que fazem o evento acontecer.

Plateia  do Teatro Guaíra-  Foto: Daniel Sorrentino

Por Michele Marreira, direto de Curitiba*

Quem se depara com a grandiosidade de um evento do porte do Festival de Curitiba - que por sinal é a maior celebração das artes cênicas da América Latina -, não imagina o trabalho árduo que é para erguer cada setor do Festival. A 28ª edição traz uma vasta programação que inclui mais de 350 espetáculos envolvendo dança, música, circo, patinação e principalmente teatro que sempre foi o carro-chefe dessa grande festa cultural. Ao todo, 2100 artistas têm a oportunidade de mostrarem seus projetos de forma pagante e gratuita, aos curitibanos e turistas que os prestigiam anualmente.

Há 28 anos, Leandro Hnopfholz idealizou um sonho que começou pequeno, entretanto, foi crescendo e tomando uma gigantesca proporção no cenário cultural brasileiro. E como diz o conhecido ditado popular “uma andorinha só não faz verão”, para a concretização deste marco cultural que alçou patamar internacional, o também diretor conta com o auxílio de empresas idôneas pertencentes ao mercado coorporativo, que através de suas cotas patrocinadoras fazem literalmente o espetáculo acontecer!

Enquanto diversas empresas acabam enxugando o quadro de funcionários justificando a crise econômica que o país vem enfrentando nos últimos anos, a Justo Seguros segue na contramão do problema. Atuante no mercado de seguros para empresas há 30 anos, optaram por agregar a marca ao Festival de Curitiba incentivando seus funcionários a participarem da programação 2019. Mais de 250 pares de vale-ingressos foram disponibilizados e aceitos por 100% dos colaboradores. “Decidimos que todos os colaboradores que quisessem ver algum espetáculo, seria possível. Logo se manifestaram positivamente de maneira rápida”, explica o diretor de Marketing, Ricardo Trunci.

Fabíula Passini, coordenadora de produção  - Foto: Annelize Tozetto

Para a coordenadora de produção do Festival, Fabíula Passini, além deste seleto grupo de patrocinadores [nove ao todo: Banco RCI Brasil, com patrocínio da Junto Seguros, EBANX, Uninter GRASP, Cielo, Renault do Brasil, Sanepar, Copel e Governo do Estado do Paraná com mais de 70 apoiadores] agregarem suas marcas ao evento gerando em torno de 700 vagas diretas e 1500 indiretas de emprego, está atrelado à construção de valores que é a marca do Festival como a democratização e acesso à cultura. “Trabalho em equipe é a chave fundamental para qualidade de qualquer projeto.  Não se geram bons resultados sem uma rede de agentes estimulados que acreditam no crescimento pessoal e profissional”, enfatiza, Passini.

Toda organização coorporativa tem por objetivo construir uma relação de confiança e satisfação mútua com seus funcionários, para que assim resulte em uma produtividade qualitativa. O Grupo Barigui se propõe ir além através de seu Instituto, chamando a comunidade em ações que envolve cultura e meio ambiente. O patrocínio ao Festival de Curitiba tem como desdobramentos destinar vale-ingressos para sorteios aos colaboradores e dar acesso a pessoas em vulnerabilidade social que são capacitadas nos projetos sociais: Rumo Certo, Nossos Talentos e Segunda Chance. “Há muitos casos de pessoas que vão pela primeira vez ter essa experiência por conta do vale-ingresso do Festival”, comenta a supervisora de sustentabilidade do Instituto, Andrea Silva.

Na visão do especialista em RH (Recursos Humanos) e psicólogo do Centro Universitário Internacional Uninter, Fernando Eduardo Mesadri, é determinante que a empresa pratique os valores expostos para surtir efeito positivo no comportamento dos colaboradores. “Não há nada pior do que uma organização desacreditada pelos funcionários, mas o contrário também é verdadeiro. Quando é algo construído, o colaborador se modifica, dissemina aquele valor e fica mais motivado”, pondera. Segundo ele, mesmo que as ações tenham efeitos diferentes sobre cada integrante de uma equipe, todos percebem quando a gestão está pensando na motivação da equipe e comprometida de fato com sua comunidade. “Tem todo o sentido uma instituição de ensino, ou seja que tem a cultura como um valor, incentivar a realização do Festival de Curitiba e fazer ações em prol da participação de todos os seu públicos, alunos, funcionários e comunidade”, indica.

*A jornalista viajou a convite do 28º Festival de Curitiba.



quarta-feira, 27 de março de 2019

Dancin Days traz a mesma sensação das pistas de dança para o teatro


A dança alegre e frenética de Dancin Days dos anos 70, que lançou banda, moda e inspirou novela está nos palcos.

“O Frenético Dancin Days” 
Por Mera Teixeira

Após ser aplaudido nos palcos cariocas, o musical “O Frenético Dancin Days” é reverenciado nos palcos paulistanos. Roteiro assinado por Nelson Motta e Patrícia Andrade, o espetáculo é inspirado na boate Frenetic Dancing Days Discotheque, fundada pelos amigos Nelson Motta, Scarlet Moon, Leonardo Netto, Dom Pepe e Djalma Limongi, sucesso nas noites cariocas em 1976, período difícil para os brasileiros. “O Dancin Days foi uma ilha de liberdade e alegria. Vínhamos de 12 anos de ditadura e estávamos mesmo precisando soltar as feras e cair na gandaia”, diz Nelson Motta.


Bruno Fraga interpreta Nelson Motta
Nos anos 70, a cena disco estava explodindo em Nova York, mas ainda não tinha acontecido no Brasil. Foi assim que Dancin Days surgiu no país e lançou As Frenéticas Leiloca, Sandra Pêra, Lidoca, Edyr, Dhu Moraes e Regina Chaves. Rita Lee, Raul Seixas e Gilberto Gil se apresentavam na casa Frenetic Dancing Days. Tudo isso é narrado no Teatro Opus, no Shopping Villa Lobos, em São Paulo.

A superprodução com 16 atores e sete bailarinos marca a estreia da coreografa Deborah Colker na direção, com produção geral de Joana Motta, sob direção de Renata Costa Pereira e Edgard Jordão. O elenco é formado por Bruno Fraga (Nelson Motta), Érico Brás (Dom Pepe), Débora Reis (dona Dayse), entre outros.  

Veja as cenas do musical no vídeo e entrevistas com autor e atores no link:https://www.youtube.com/watch?v=NyqoAcOT3y8

quinta-feira, 21 de março de 2019

Barack Obama virá ao Brasil em maio para dar palestra sobre inovação digital

                                 O palestrante americano estará no Brasil
                      pela segunda vez, desde quando deixou a Casa Branca


 Barack Obamanda, ex-presidente dos EUA


Por Mera Teixeira 

O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, chegará em São Paulo , em maio, com a finalidade de dar uma palestra  sobre inovação digital. O evento será organizado pela empresa de tecnologia VTEX.

A palestra do ex-presidente americano que governou os EUA de 2009 a 2017, deve ficar em torno de R$ 1 mil, e acontece entre os dias 30 e 31 de maio, segundo a VTEX.

Será a segunda visita de Obama ao Brasil. Em outubro de 2017, ele foi o palestrante do “Fórum Cidadão Global”, em São Paulo.



domingo, 3 de março de 2019

Extra Extra Oscar Filho será apresentador no SBT


                                    Divulgação/SBT

O humorista Oscar Filho ficou conhecido como repórter do extinto CQC  ( Custe o que Custar) na Rede Bandeirantes de televisão.  Com humor afiado e certa dose de deboche vê-lo na TV ao lado de seus companheiros de bancada era garantia de um riso leve e fácil que voltaremos a ter.


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Após sete anos no CQC, ele trocou a função de repórter que exercia no programa pela de ator.  Primeiro como o vilão  em "Carrossel - o filme " e depois  no sitcom "Aí eu vi vantagem! no canal Multishow.

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Também passou pelo teatro com a peça "Putz Grill" e arriscou-se na internet falando de cinema ao lado do crítico Roberto Sadovisk no "Programa Nerd". 



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Depois de passagens em vários programas  e emissoras ele é contratado do SBT e promete ao lado da pequena grande Maísa tornar seus sábados inesquecíveis.


                                    Divulgação/SBT

                                    Divulgação/SBT




Afinal o "Programa da Maísa" vem com tudo a partir do dia 16 de março, às 14h15 , mesmo horário que pertencia ao Raul Gil. Após assinar contrato e ser devidamente fotografado , transbordando em alegria o humorista e apresentador disse: 

“O sonho de trabalhar no SBT já estava no meu inconsciente infantil eu sempre preferi assistir aos programas da emissora, como o do Sérgio malandro. Quando eu estava em casa aos domingos, gostava de competir com meu pai quem iria vencer as brincadeiras do Programa Silvio Santos!”


                                    Divulgação/SBT


Na atração "Programa da Maisa" ele fará dupla com a apresentadora e estará no ar ao seu lado todos os sábados. No entanto vale ressaltar que a dupla já é velha conhecida das câmeras tanto que trabalharam juntos em dois longa-metragem: “Carrossel – O Filme” e “Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina”.


                                    Divulgação/SBT


Aliás, ele tem uma opinião muito doce sobre a parceira de palco.


                                    Divulgação/SBT

“Para mim, a Maisa é um gênio… Acompanho-a desde o início de sua carreira. E eu tenho certeza de que vai ser muito legal. Temos uma relação espontânea, sempre nos demos muito bem nas vezes em que nos encontramos. E eu espero o melhor, de verdade. Aceito esse trabalho com toda a vontade do mundo!”, comemora Oscar.





                                    Divulgação/SBT